terça-feira, 10 de abril de 2012

MOISÉS MENEZES, Poeta e Escritor São-Pedrense lança seu novo livro Tupãn-Cy-Retã Face Missioneira.

O escritor Moises Silveira de Menezes recebeu seus amigos no coquetel de lançamento e sessão de autógrafos do livro TUPAN-CY-RETAN Face Missioneira, na sexta-feira, 30, no Clube do Comércio. A obra relata que a história missioneira no Estado vai muito além da colonização feita nos sete povos da Missões e que toda a nossa região carrega a herança dos índios missioneiros.

Estiveram presentes o Prefeito da cidade de Tupanciretã Luis Adolfo Bitencourt Dias, os poetas Ener Lahutte e Armando Mendonça e o historiador Zeca Leal.

Para ver a reportagem na íntegra, baixe a edição da Gazeta Regional de 07 Abril de 2012,  http://www.saopedrodosul.net/gazeta/atual/gr070412.pdf



Um comentário:

  1. Os índios Guarani tem outra versão para a origem de Tupanciretã, Tupãn é trovão em Guarani: Tupã (trovão) e reza, os espíritos do trovão falam com os mais velhos (anciãos) esta história aconteceu a muitos invernos durante a lua dos ventos, em uma aldeia guarani perto daqui. O espírito do trovão (entende) passou todo inverno observando e se apaixonou por uma mulher da tribo que trabalhava nos campos de milho, mas seu amor era impossível. Ela era uma índia guarani e ele o espirito do trovão (Tupã). A mulher céu sua mãe advertiu da impossibilidade do romance, mas ele descia sob forma de um raio para estar ao seu lado nem que seja por um momento. Não tenha medo mulher guarani dos campos de milho, tenho observado tanto tempo que não posso mais viver sem você. Necessito toca-la. Você é um homem? (perguntou ela). Não sou um espírito, eu sou Tupã (trovão) e tu es humana guarani.Observou que não tem mais vindo tormentas e raios e a chuva cai calma aos pés de tua tribo nas plantações de milho guarani, por que es mimada por mim. Assim a mulher guarani se apaixonou e subiu aos céus para viver com o espirito do trovão, nunca ouve dois seres tão profundamente apaixonados dois mundos e duas realidades se fundiram em uma só, então a mulher guarani ficou grávida. A mulher céu advertiu da impossibilidade da criança viver no céu, a mãe devia voltar ao seu povo para criar seu filho na aldeia sem jamais maltratá-lo por que seria diferente. O menino trovão nasceu no final do inverno na lua dos ventos era muito ativo e forte, atarracado e gostava de correr na chuva e dançar e tocar tambor durante as tormentas, porém com o passar do tempo a tribo percebeu que o menino trovão era de um povo diferente, assim voltou ao céu...

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